Por Nuernberg Em Noticias Atualizada em 21 FEV 2019 - 11H16

Movimentações do setor comercial: conheça as principais tendências

Se bem estruturado, o setor industrial garante melhores resultados em venda, receita e competitividade.



Da Inteligência Artificial e Internet das Coisas, até as transições por meio de blockchain e criptomoedas. Os avanços estão vindo de todas as partes. Por isso, é necessário reinventar o setor e aproveitar o que há de novo.

Nós reunimos as principais tendências que estão movimentando o setor comercial e explicamos o que você pode (e deve) fazer sobre isso. Então, leia os próximos tópicos com atenção. Boa leitura!

Inteligência artificial
Em resumo, a Inteligência Artificial (ou IA, acrônimo do inglês) é um conjunto de dispositivos e mecanismos tecnológicos que podem ser similar à inteligência humana. Nos últimos anos, a IA passou por grandes avanços.

Não é difícil encontrar empresas que realizam o atendimento inicial por meio de robôs inteligentes, capazes de tirar dúvidas simples e resolver problemas iniciais. Assim, a área comercial pode ter maior produtividade.

Um movimento interessante é que, desde 2017, a tecnologia tem se tornado constantemente mais acessível aos clientes finais. Já é possível contar com assistentes virtuais inteligentes, como a Alexa (da Amazon).

De um lado, compradores e suas assistentes virtuais. Do outro, a empresa e seus robôs inteligentes. Quem sabe, no futuro, nos estágios iniciais, as negociações serão feitas entre máquinas. A IA está mudando muita coisa!

Blockchain e criptomoedas
O blockchain e as criptomoedas têm dado o que falar. Não é à toa, elas já estão reformulando o sistema financeiro e podem impactar significativamente a área comercial.

A criptomoeda é uma moeda digital descentralizada, como o bitcoin. Já o blockchain é uma base de registro de dados, que permite que as criptomoedas sejam usadas com rapidez, qualidade e alta segurança.

Se você acha que isso é coisa do futuro, está enganado. Muitos estabelecimentos brasileiros — de estúdios de tatuagem até grandes construtoras — aceitam a moeda digital descentralizada. Então, é preciso ter atenção e cogitar o uso dessa ferramenta como facilitadora de alguns processos.

Para deixar as coisas mais interessantes, o Facebook tem como objetivo se tornar um meio de pagamento para mais de 1 bilhão de pessoas. Ao unir isso às novas moedas digitais, o sistema financeiro tem boas possibilidades de se reinventar.

Automação de processos
Tecnologias de automação têm facilitado o processo de venda. De software que permitem o envio automático de e-mails aos clientes e geram relatórios completos até máquinas que fazem parte do trabalho pesado.

No Japão, já existe um hotel onde todo o atendimento é feito por robôs, o Henn-na. Os drones, sem tripulante, prometem fazer entregas mais rápidas e em lugares remotos. Tudo isso impacta o setor comercial.

A perspectiva é que, para os próximos anos, boa parte dos trabalhos mais repetitivos sejam substituídos por máquinas inteligentes. Isso envolve o atendimento inicial aos clientes e os setores de call center, por exemplo. Ao contrário do que se pode pensar, isso se dá não com o objetivo de substituir os profissionais e, sim, auxiliar em tarefas que diárias, mas que tomam tempo.

Então, é preciso ter muita atenção para não ficar na “lanterna”. Caso a empresa e toda a área comercial não se adapte à nova realidade, perderá em competitividade, agilidade e produtividade ao longo do expediente.

Realidade virtual aumentada
A realidade aumentada já tem diversas aplicações na área comercial. Por exemplo, para o setor de construção, é possível que o vendedor mostre para um possível cliente um imóvel pronto e mobiliado, em 360 graus, mesmo que ele ainda esteja só no papel.

Mas a perspectiva é de grandes avanços para os próximos anos. Usando um óculos de realidade aumentada, um cliente poderá entrar virtualmente em lojas de Hong Kong, conversar com a atendente e testar sapatos.

Na concessionária, ao apontar o celular para o carro que quer comprar, o cliente poderá ver as engrenagens do motor em funcionamento e entender mais do veículo. As possibilidades de uso são quase que ilimitadas.

O próprio treinamento dos vendedores poderá ser impactado. Será possível treinar com clientes virtuais, simular situações delicadas e entrar em negociações difíceis de vencer. Assim, possivelmente o time estará bem capacitado.

Cultura Maker
Em tradução livre, maker significa “criador” ou “construtor”. Essa cultura refere-se ao espírito do “faça você mesmo”, na qual os próprios clientes se dispõem a fazer o que precisam ou simplesmente desejam.

Com o avanço da tecnologia, por exemplo, as máquinas 3D, e o surgimento das fab labs, que são laboratórios de criação, os clientes têm mais acesso à cultura maker e podem fazer grandes coisas por conta própria.

Isso tem grande impacto na área comercial. Em alguns restaurantes, os próprios clientes preparam seus pratos e contam com a ajuda de um chef de cozinha para instruir os principais passos.

O mesmo acontece em algumas oficinas mecânicas, na qual os clientes preferem mexer nos seus veículos e contam com as instruções de um mecânico treinado, além das ferramentas adequadas ao trabalho.

Internet das Coisas
Internet of Things (ou simplesmente IoT), quer dizer “Internet das Coisas”. São objetivos conectados à internet e que podem realizar operações, algumas bem difíceis, para facilitar muitas das atividades diárias.

Pequenos objetos conectados, como óculos ou relógios, já são vendidos em larga escala e a tecnologia está cada vez mais acessível. Estima-se que até 2022, as casas terão mais de 500 objetivos conectados.

A IoT terá diversas aplicações na área comercial. No setor de agronegócio, por exemplo, máquinas com câmeras integradas poderão calcular a quantidade exata de veneno para eliminar pragas da plantação.

Uma casa conectada, por sua vez, poderá identificar os itens que estão acabando e pedi-los diretamente do supermercado, mitigando ou até eliminando a necessidade de ir às compras todos os meses.

Enfim, são muitas as movimentações do setor comercial e é bom estar preparado. A inteligência artificial, criptomoedas, internet das coisas e realidade virtual são algumas das principais transições, mas não são as únicas. A indústria 4.0, como é chamada a quarta revolução industrial, trás uma série de novidades e pode mudar significativamente a forma como os negócios são feitos. Então, esteja sempre atento!

Fonte: Talk Science

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